Lula defende investimento em educação para o Brasil competir com a China no setor de carros elétricos

Lula disse que não há como disputar espaço na economia digital sem uma população bem formada academicamente
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Crédito da imagem: Ricardo Stuckert/ Presidência da República
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Durante visita oficial à China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que o Brasil invista fortemente em educação para competir globalmente em setores como carros elétricos, baterias e inteligência artificial.

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Lula ressaltou que é preciso aproveitar os lucros do agronegócio e da exportação de minério de ferro para fortalecer a base educacional do país. Segundo ele, não há como disputar espaço na economia digital sem uma população bem formada.

Lula defende investimento em educação para o Brasil competir com a China no setor de carros elétricos
Crédito da imagem: ICL notícias

Durante uma coletiva de imprensa em Pequim, o presidente destacou que ninguém vai compartilhar tecnologia de forma gratuita. “É preciso construir parcerias de confiança para ter acesso ao conhecimento que outros países já dominam”, afirmou.

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A declaração foi feita no mesmo dia em que foram anunciados R$ 27 bilhões em novos investimentos chineses no Brasil. Desse montante, R$ 6 bilhões serão aplicados pela montadora GWM, especializada em veículos elétricos.

Lula também defendeu a China de críticas frequentes no cenário internacional, dizendo que o país asiático está abrindo oportunidades de negócios com nações que, segundo ele, foram ignoradas por décadas.

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Para ele, o Brasil não deve se envergonhar de exportar commodities, mas sim usar os ganhos dessas vendas para investir em áreas estratégicas, como a educação. A Great Wall Motor expande linha Haval Raptor com versão a combustão, mostrando a diversificação de suas ofertas.

A visita de Lula à China inclui uma comitiva de 11 ministros, parlamentares e empresários. Ainda nesta segunda-feira, o presidente se encontrará com Xi Jinping.

O presidente reforçou que o Brasil quer ser mais do que um fornecedor de matérias-primas: deseja também se tornar protagonista em inovação tecnológica, em parceria com países como a China.

Vale lembrar que os Estados Unidos e China concordaram com a suspensão de tarifas por 90 dias, sinalizando um período de abertura comercial que beneficia o Brasil.

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