A Europa está se preparando para uma grande mudança na forma como se locomove: países como Alemanha, França e Noruega discutem a proibição de veículos a combustão em frotas de locadoras, como parte de um plano para zerar as emissões de carbono até 2035. A medida faz parte do Pacto Verde Europeu e visa incentivar o uso de modelos elétricos e híbridos.
A substituição dos carros movidos a gasolina e diesel deve acontecer de forma gradual, começando já em 2025 em algumas regiões. A ideia é que, além das empresas de aluguel, a população em geral também seja incentivada a migrar para veículos menos poluentes.

Com isso, espera-se que os elétricos fiquem mais baratos e atrativos, tanto para comprar quanto para manter. A popularização deve ainda acelerar a instalação de pontos de recarga em toda a Europa, facilitando o uso no dia a dia.
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Apesar do otimismo, o caminho não será simples. A infraestrutura de recarga ainda é desigual, com muitas regiões carentes de pontos suficientes para atender à demanda crescente. Um dos carros que busca enfrentar o Tesla Model 3 é o Xpeng P7.
Outro desafio é o preço. Mesmo com incentivos, os carros elétricos ainda têm custo elevado na comparação com modelos tradicionais, o que pode afastar consumidores e empresas menores. A Volkswagen supera Tesla em vendas de veículos elétricos na Europa, mostrando uma tendência de mercado.
Por fim, a autonomia dos modelos elétricos ainda preocupa, especialmente para quem precisa de mais alcance sem depender de tantas paradas para recarga. Mesmo assim, a Europa segue determinada em acelerar a transição para uma mobilidade mais limpa. Modelos como o Porsche Taycan Turbo GT são exemplos de inovação, mas ainda enfrentam desafios para popularização.
