OO governo dos Estados Unidos quer acelerar o desenvolvimento dos chamados “carros voadores”. Em 11 de junho de 2025, o então presidente Donald Trump assinou um decreto que cria um projeto-piloto para testar aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical, conhecidas como eVTOLs.
A proposta é usar esses veículos em diferentes áreas, como transporte de passageiros, entrega de cargas, apoio à defesa e até serviços médicos de emergência. A ideia é tornar essa tecnologia parte do dia a dia dos americanos.

A Administração Federal de Aviação (FAA) ficará responsável por selecionar pelo menos cinco projetos-piloto. Serão escolhidas empresas que apresentem soluções viáveis, com critérios como tipo de aeronave, tecnologia usada e impacto econômico.
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Cada projeto terá um acordo detalhado com a FAA, definindo metas, prazos, ajustes nas regras atuais, compartilhamento de informações e divisão de responsabilidades para que as operações sejam seguras e eficientes.
Além dos eVTOLs, o governo também assinou duas ordens executivas voltadas para destravar o desenvolvimento de drones e aviões supersônicos, setores que estavam parados por causa de burocracias. Segundo Michael Kratsios, da Casa Branca, a meta é colocar os EUA na liderança da aviação do futuro.
Enquanto isso, a China também avança nessa corrida. A EHang, uma das principais fabricantes de eVTOLs, já testa seus modelos em vários países, incluindo o Brasil. O modelo EH216-S é totalmente autônomo e operado remotamente, com sistemas que permitem decolagem, mudança de rota, manobras e pouso sem piloto a bordo.
No Brasil, a EHang é representada pelas empresas AT Global e GoHobby. Segundo o CEO da GoHobby, há uma grande fila de espera para quem quer comprar o EH216-S, principalmente empresas de táxi aéreo, turismo e logística.
Cada unidade do EH216-S custa cerca de R$ 3,4 milhões no mercado brasileiro, mostrando que, mesmo sendo uma tecnologia cara, há bastante interesse em trazer esse tipo de transporte para o país.
A busca por inovação automotiva reflete-se também em outros setores, como exemplificado pela Toyota que aposta em sauna movida a hidrogênio para promover a neutralidade de carbono. Além disso, outras fabricantes como a BYD com seu Song Plus 2026 também estão sempre buscando inovar com novos visuais e tecnologias.
