CAOA Chery rebate informação sobre garantia de 90 dias do Tiggo 8

CAOA Chery rebate informação sobre garantia de 90 dias para transmissão do Tiggo 8 e Tiggo 7 PRO Max Drive, reafirmando cobertura de três anos.
CAOA Chery rebate informação sobre garantia de 90 dias do Tiggo 8
Crédito da imagem: CAOA Chery

Resumo da Notícia

  • CAOA Chery emitiu nota oficial para esclarecer dúvidas sobre a garantia da transmissão de seus SUVs.
  • A fabricante desmente informação de que a garantia do sistema de dupla embreagem seria de apenas 90 dias.
  • Segundo a empresa, a garantia para os modelos Tiggo 8 PRO e Tiggo 7 PRO Max Drive permanece de três anos.
  • O equívoco teria sido causado por um erro de impressão nos manuais do proprietário.
  • A montadora reforça seu compromisso com a transparência e a validade da cobertura de três anos para o componente.
  • Especialistas recomendam cautela e a obtenção de documentação escrita sobre os termos de garantia.
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A informação de que os SUVs da CAOA Chery teriam apenas 90 dias de garantia na transmissão caiu como uma bomba entre consumidores e rapidamente tomou conta das redes sociais. O tema ganhou força em vídeos, fóruns e plataformas de reclamação, levantando dúvidas sobre a confiabilidade da marca. Diante da repercussão, a fabricante veio a público para esclarecer o caso.

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Em nota oficial, a CAOA Chery afirmou que a garantia do sistema de dupla embreagem dos modelos Tiggo 8 PRO e Tiggo 7 PRO Max Drive, ano-modelo 2025/2026, permanece sendo de três anos. O prazo começa a contar a partir do início da garantia do veículo, desde que respeitadas as condições previstas no termo oficial da marca. Ou seja, nada mudou na política de cobertura.

CAOA Chery rebate informação sobre garantia de 90 dias do Tiggo 8
Crédito da imagem: CAOA Chery

A confusão começou porque os manuais do proprietário desses modelos passaram a indicar apenas 90 dias de garantia para a transmissão. Segundo a empresa, a divergência foi provocada por um erro de impressão no material entregue aos clientes. A informação incorreta acabou gerando insegurança entre donos e interessados nos SUVs.

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Com a repercussão negativa, a montadora reforçou que o prazo correto segue alinhado à política de garantia praticada no Brasil. A empresa também destacou seu compromisso com a transparência e o respeito ao consumidor, ressaltando que a cobertura de três anos sempre foi a válida para o componente.

Apesar do esclarecimento, o episódio reacendeu críticas. Alguns consumidores questionaram como um erro desse porte teria passado despercebido por tanto tempo, enquanto outros apontaram relatos de problemas no câmbio e o alto custo de reparo fora da garantia. Também houve quem demonstrasse desconfiança pelo fato de o veículo ter cinco anos de garantia total, mas apenas três para a transmissão.

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Diante desse cenário, especialistas recomendam cautela. O ideal é solicitar por escrito o termo atualizado de garantia na concessionária, guardar a nota oficial divulgada pela fabricante e registrar qualquer informação recebida no momento da compra. Essa documentação pode ser fundamental em caso de divergência futura.

Para tirar dúvidas, a empresa disponibiliza a Central de Atendimento ao Cliente pelo telefone 0800 772 4379. No fim das contas, os proprietários podem respirar mais aliviados: a transmissão continua com três anos de cobertura. Ainda assim, o episódio serve de alerta sobre a importância de informação clara e precisa no relacionamento com o consumidor.

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