Resumo da Notícia
A BYD iniciou oficialmente, no último dia 11 de agosto, a produção em massa do Fang Cheng Bao Ti7, um SUV híbrido plug-in de grande porte desenvolvido para famílias. O modelo faz parte da linha off-road de alto padrão da marca Fang Cheng Bao (FCB), criada em 2023, e será o quarto veículo da gama, que já conta com os crossovers Bao 5, Bao 8 e Ti3.
O Ti7 deve chegar às concessionárias chinesas no quarto trimestre de 2025, com preços previstos entre 250 mil e 300 mil yuans (cerca de US$ 34,8 mil a US$ 41,7 mil). Ele disputará espaço com rivais como Li L7 e Aito M7, no segmento de utilitários voltados para uso familiar. Outro modelo que pode ser considerado um concorrente é o Haval Raptor PHEV 2026, que será revelado em breve.

Com 4,99 metros de comprimento, 1,99 m de largura e 1,86 m de altura, o Ti7 traz porte imponente, capô elevado, teto reto e traseira com porta articulada e caixa de armazenamento. O interior comporta cinco ocupantes e oferece duas opções de acabamento: preto e branco, ou preto e laranja.
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O modelo estreia o novo sistema híbrido DMS, que combina um motor a gasolina 1.5 turbo de 154 cv com dois propulsores elétricos — um dianteiro de 215 cv e outro traseiro de 268 cv. Também haverá versão com apenas um motor elétrico traseiro de 268 cv. A tração é integral nas opções com dois motores. A BYD também está investindo em alta performance, como demonstrado pelo novo supercarro U9 da BYD Yangwang.

A BYD vai oferecer duas baterias LFP, ambas fornecidas pela subsidiária FinDreams. A versão de entrada conta com 26,6 kWh, garantindo até 105 km de autonomia elétrica e consumo médio de 6,3 L/100 km. Já a topo de linha terá 35,6 kWh, para até 130 km no modo elétrico, com consumo de 6,4 L/100 km.
O início da fabricação foi celebrado em cerimônia com a presença do gerente-geral da FCB, Xiong Tianbo. As primeiras unidades produzidas exibem pintura prata-azulada e sensor LiDAR no teto, mas também há exemplares na cor preta.

A BYD compartilhou imagens nas redes sociais, reforçando que suas fábricas “operam em plena capacidade”, negando rumores sobre desaceleração na produção.
