Ram Dakota aposta em versatilidade para disputar espaço com a Toyota Hilux

A Ram Dakota estreia no Brasil em março, produzida na Argentina. Conheça as versões Warlock e Laramie, o motor 2.2 turbodiesel e como ela se posiciona para enfrentar Toyota Hilux, Chevrolet S10 e Ford Ranger no segmento de picapes médias.
Ram Dakota aposta em versatilidade para disputar espaço com a Toyota Hilux
Crédito da imagem: Ram

Resumo da Notícia

  • A Ram Dakota chega ao mercado brasileiro em março, marcando a entrada da marca no segmento de picapes médias.
  • Produzida na Argentina, a picape será oferecida em duas versões: Warlock e Laramie.
  • Ela compartilha plataforma com a Fiat Titano, mas recebe ajustes próprios em acabamento e suspensão para se diferenciar.
  • Equipada com motor 2.2 turbodiesel de 200 cv, câmbio automático de oito marchas e tração 4x4.
  • Testes em Pantanal e Cerrado demonstraram sua robustez e conforto em terrenos irregulares, com comportamento de SUV em rodovias.
  • A Dakota aposta em um visual forte, acabamento interno superior e tecnologia para competir com rivais como Toyota Hilux, Chevrolet S10 e Ford Ranger.
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O mercado brasileiro de picapes vive um momento de ebulição, impulsionado pela demanda por veículos robustos, versáteis e cada vez mais confortáveis. É nesse cenário que a Ram recoloca a Dakota em cena, apostando no peso do nome, no prestígio da marca e em um pacote que tenta equilibrar trabalho duro e status urbano.

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A nova Ram Dakota estreia em março, produzida na Argentina, e marca oficialmente a entrada da marca no segmento das picapes médias no Brasil. São duas versões, Warlock e Laramie, posicionadas acima da Fiat Titano e com preços que a colocam diretamente no radar de Toyota Hilux, Chevrolet S10 e Ford Ranger.

Ram Dakota aposta em versatilidade para disputar espaço com a Toyota Hilux
Crédito da imagem: Ram

Embora carregue um nome histórico, a Dakota atual nasce de um projeto global da Stellantis. Divide chassi e conjunto mecânico com a Titano, ambos derivados da chinesa Changan Hunter, mas recebe ajustes próprios em acabamento, suspensão e calibração, numa tentativa clara de se diferenciar da “irmã” italiana.

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Sob o capô, não há surpresas: o conhecido motor 2.2 turbodiesel entrega 200 cv e 45,9 kgfm, sempre combinado ao câmbio automático de oito marchas e à tração 4×4 com acionamento automático. O conjunto privilegia respostas em baixa rotação e bom controle fora de estrada, algo essencial para o público do segmento.

Ram Dakota aposta em versatilidade para disputar espaço com a Toyota Hilux
Crédito da imagem: Ram

A prova de fogo aconteceu longe do asfalto perfeito. Em cerca de 1.200 km pelo Pantanal e Cerrado, a Dakota encarou lama, terra, chuva e pisos irregulares sem apresentar ruídos estruturais ou perda de eficiência. A suspensão mais macia no início do curso garante rodar confortável, mesmo em terrenos castigados.

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No uso rodoviário, o comportamento lembra mais um SUV grande do que uma picape tradicional. A posição elevada ao volante, o bom isolamento acústico e a estabilidade em velocidades de cruzeiro reforçam a proposta de uso misto, entre viagens longas e rotinas urbanas.

Visualmente, a Dakota aposta em identidade forte. A dianteira com faróis full LED, grade imponente e capô alto reforça o DNA Ram, enquanto detalhes exclusivos ajudam a disfarçar o parentesco com a Titano. Na traseira, o grande logotipo cumpre bem o papel de assinatura visual.

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Crédito da imagem: Divulgação

Por dentro, o acabamento é superior ao da Fiat, com materiais mais macios e combinação de cores bem resolvida, especialmente na Laramie. As telas integradas de 7 e 12,3 polegadas concentram funções e conectividade, embora sofram com reflexos e resolução apenas razoável.

Cara, a Ram Dakota não pretende reinventar a roda, mas entregar mais refinamento, tecnologia e imagem em uma base já conhecida. O nome ajuda, o pacote convence e o preço tenta ser competitivo. Se isso será suficiente para desbancar rivais históricas, o mercado dará a resposta.

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