Mercedes-Benz apresenta Sprinter automática no mercado brasileiro

A Mercedes-Benz lança a Sprinter automática no Brasil, oferecendo mais conforto e eficiência. Conheça as 26 versões, preços e o impacto no mercado de vans.
Mercedes-Benz apresenta Sprinter automática no mercado brasileiro
Crédito da imagem: Mercedes-Benz

Resumo da Notícia

  • A Mercedes-Benz lançou a versão com câmbio automático da Sprinter no mercado brasileiro.
  • A transmissão 9G-Tronic, já usada em automóveis da marca, foi adaptada para uso comercial e está disponível em todas as 26 configurações da Sprinter.
  • Produzida na Argentina, a Sprinter automática promete trocas suaves, melhor aproveitamento de torque e menor consumo.
  • Os preços partem de R$ 274,3 mil para o chassi-cabine, sendo cerca de 5% mais cara que a versão manual.
  • A marca espera que 30% a 35% das vendas sejam de modelos automáticos no primeiro ano, impulsionadas pelo crescimento do e-commerce, transporte executivo e motorhomes.
  • A versão automática visa reduzir o esforço do motorista, melhorar a produtividade e diminuir o custo total de propriedade ao eliminar trocas de embreagem.
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Em um momento de retomada do mercado e de transformação no perfil dos frotistas, a Mercedes-Benz decidiu apostar em mais conforto e eficiência para manter a Sprinter competitiva no Brasil. A marca alemã oficializou a chegada da versão com câmbio automático, ampliando a oferta de sua van mais tradicional. O movimento ocorre justamente no ano em que a fabricante celebra 130 anos de atuação no transporte.

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Produzida na Argentina, na planta de Virrey del Pino atualmente operada pelo Grupo Prestige Auto, a Mercedes-Benz Sprinter passa a oferecer a transmissão automática 9G-Tronic em todas as configurações. São 26 versões no mercado automotivo brasileiro, entre chassi-cabine, furgão e passageiros. Ao todo, considerando combinações e variações, a linha soma cerca de 50 opções.

Mercedes-Benz apresenta Sprinter automática no mercado brasileiro
Crédito da imagem: Mercedes-Benz

A caixa 9G-Tronic, já conhecida dos automóveis da marca desde a estreia na Mercedes-Benz Classe E em 2013, foi adaptada para o uso comercial. O sistema estreou nas vans em 2019 na Europa e América do Norte e agora chega ao Mercosul. A promessa é de trocas suaves, melhor aproveitamento do torque e menor interferência do estilo de condução no consumo.

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Sob o capô, permanecem os motores turbodiesel de até 170 cv e cerca de 40 kgfm de torque, nas versões 317, 417 e 517. A transmissão automática é cerca de 5% mais cara que a manual de seis marchas, com preços a partir de R$ 274,3 mil no chassi-cabine e chegando perto de R$ 500 mil na configuração de passageiros longa. A expectativa da marca é que entre 30% e 35% das vendas já sejam de modelos automáticos neste primeiro ano.

A aposta se apoia em uma mudança clara de mercado. O segmento de vans grandes cresceu 15% no último ano e deve seguir avançando, impulsionado por e-commerce, transporte executivo e motorhomes. Segundo a fabricante, a condução mais intuitiva reduz o esforço físico do motorista, melhora a produtividade no uso urbano intenso e pode até diminuir custos de treinamento e manutenção.

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A empresa argumenta ainda que o câmbio automático tende a baixar o custo total de propriedade ao eliminar, por exemplo, trocas de embreagem e padronizar o consumo. A Sprinter automática mantém dois anos de garantia sem limite de quilometragem e os mesmos intervalos de revisão: 30 mil km para a 317 e 20 mil km para as 417 e 517. A rede conta com cerca de 170 pontos de atendimento no país.

Depois de quase três décadas no Brasil, a Sprinter entra em uma nova fase para recuperar participação e ampliar presença em um mercado mais exigente. A marca acredita que a oferta automática não substituirá a manual, mas atrairá novos clientes. Em um setor que valoriza eficiência e previsibilidade de custos, a decisão chega, como definiu a própria direção da empresa, “no momento certo”.

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