Resumo da Notícia
O mercado brasileiro de motocicletas começou 2026 mantendo o bom ritmo, impulsionado principalmente por modelos de entrada e pela liderança histórica da Honda. Mesmo com pequenas variações mensais, o setor segue como importante meio de transporte e ferramenta de trabalho para milhões de brasileiros.
Em fevereiro, foram emplacadas 171.508 motos, segundo dados da Fenabrave, queda de 3,9% em relação a janeiro, que teve 178.532 unidades. A retração é explicada pelo menor número de dias úteis e pelo feriado de Carnaval.

Apesar disso, o volume superou em 9,9% as vendas de fevereiro de 2025, que somaram 155.954 unidades. No acumulado do ano, janeiro e fevereiro totalizaram 350.040 motos, alta de 13,7% sobre o mesmo período do ano passado.
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A Honda segue dominando o ranking, com oito dos dez modelos mais vendidos. A CG 160 continua na liderança absoluta, com 36.155 unidades em fevereiro, seguida pela Biz 125 e Pop 110i. Yamaha e Mottu aparecem em posições mais distantes, sem ameaçar a hegemonia japonesa.
- Honda CG 160 – 36.155 unidades
- Honda Biz – 20.491 unidades
- Honda Pop 110i ES – 18.620 unidades
- Honda NXR 160 Bros – 13.453 unidades
- Mottu Sport 110i – 9.880 unidades
- Yamaha Factor – 5.901 unidades
- Honda CB 300F Twister – 5.082 unidades
- Honda XRE 190 – 4.082 unidades
- Honda PCX 160 – 4.060 unidades
- Honda XRE 300 Sahara – 3.117 unidades
- Yamaha FZ25 – 2.940 unidades
- Shineray SHI 125 – 2.909 unidades
- Yamaha Lander 250 – 2.842 unidades
- Yamaha FZ15 – 2.798 unidades
- Honda Elite 125 – 2.714 unidades
- Shineray SHI 175 – 2.617 unidades
- Yamaha Crosser 150 – 1.913 unidades
- Honda ADV 160 – 1.543 unidades
- Yamaha NMAX 160 – 1.458 unidades
- Shineray SHI 150 – 1.311 unidades
Entre os segmentos, as motos City representam 39% das vendas, seguidas pelas scooters e pelas Trail/Fun, todas focadas em baixo custo e economia de combustível. Modelos premium, como esportivas e touring, registram menor volume, mas mantêm relevância para o mercado.
No ranking das marcas, Honda alcançou 65,2% de participação, Yamaha ficou com 13,6% e Shineray com 7%, refletindo a preferência por motos acessíveis e práticas. O setor de delivery e aluguel, impulsionado por Mottu, também influencia o crescimento em centros urbanos.
- Honda – 111.880 unidades
- Yamaha – 22.532 unidades
- Shineray – 11.720 unidades
- Mottu – 9.880 unidades
- Avelloz – 3.031 unidades
- Bajaj – 2.562 unidades
- Royal Enfield – 2.400 unidades
- Haojue – 2.145 unidades
- Kawasaki – 956 unidades
- BMW Motorrad – 945 unidades
O cenário indica que 2026 deve seguir positivo, com a demanda concentrada em modelos econômicos e confiáveis, enquanto a liderança da Honda permanece incontestável. Projeções apontam crescimento consistente, reforçando a importância das motocicletas para mobilidade e trabalho no Brasil.
